segunda-feira, 13 de junho de 2011

Vinho Verde: vendas até Maio

( clique na imagem para aumentar )

As vendas até Maio, comparadas nos últimos três anos. Mantemos a tendência dos últimos meses. As vendas do branco estão sólidas, suportadas sobretudo pela exportação que cresce a bom ritmo ( ver aqui ) e compensando assim o mercado nacional em clara recessão.

O rosado continua a crescer muito bem embora, é certo, ainda represente pouco. Estamos nos 600.000 litros até Maio e há dois anos estávamos quase em metade disso. Bom sinal !

O tinto continua a ser um problema. Estremeço de cada vez que ouço alguém dizer que vai lançar um tinto que "é diferente dos outros". Se é certo que há exemplos de sucesso, de que o Afros tem tido o mais visível, a maioria dos produtores de Vinho Verde tinto não está a ter a vida facilitada.

domingo, 12 de junho de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Um casal raro: 1964


Em 1964 o Casal Garcia e o Mateus rosé eram comunicados em conjunto: um casal raro. Este cartaz está à venda no ebay americano por 33,00 dólares. Para saber mais ( ou comprar ) clique aqui.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Vinho Verde: exportações até 31/12


Nos dias difíceis que todos os negócios atravessam, o nosso incluído, é reconfortante olhar para um gráfico destes e perceber que, pelo mundo fora, há muita gente que está a beber Vinho verde pela primeira vez. E repete !

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O mistério da multiplicação...


Correndo as estradas do nosso belo país para Norte e Sul, deparei-me nas últimas semanas com dezenas de locais à borda da estrada onde se anunciam as verdadeiras cerejas de Resende. Vi-as desde Melgaço até Coimbra. E vi-as em vendas de estrada, vi-as também na distribuição moderna e até uma lindas e caras numa loja gourmet.

Concluo pois que a capacidade de Resende para produzir cereja se compara apenas à capacidade de Modena para produzir vinagre: não há mini-mercado baratinho que não tenha um pacote plástico de vinagre balsâmico de Modena. Haverá obviamente por aí um pipeline que distribui o Vinagre por toda a Europa.
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Cada vez mais acredito na tradição europeia de oferecer ao cliente produtos "Certificados", que podem merecer a confiança do consumidor e que geram valor para quem os produz. O resto nem sequer é liberalismo. É apenas um comércio de rapina que nada semeia.

Há dias, numa interessante conferência promovida em Ponte de Lima pela Escola Superior Agrária do IPVC, um orador dos horto-frutícolas explicava precisamente isto: a protecção do cliente faz-se com produtos devidamente etiquetados, que cumpram as normas de higiene e segurança.